Nutrindo os centros energéticos


RESPIRAÇÃO DA COLUNA VERTEBRAL, SENTADO 

Exercício da Coluna Vertebral — os Sete Centros Energéticos 

As diversas “respirações da coluna vertebral” ocupam lugar especial no campo do treinamento respiratório. Elas atuam em nível superior e de maneira mais forte do que os simples exercícios ante¬riores, porque estimulam uma ocorrência espiritualizante. Isso se relaciona com o fato de que, na espinha dorsal — nossa “arvore da vida” — encontram-se sete centros energéticos que, ininterruptamente, trazem energia dos mundos superiores para o nosso corpo invisível, sutil. E o nosso corpo físico não poderia existir sem o fluxo energético do corpo sutil! (que o corpo sutil, com os centros energéticos, “nutre” literalmente o corpo físico visível é demonstrado, na história recente, pelos exemplos de jejum completo. Assim, a indiana Ma Giri Bala vivia há mais de cinqüenta anos sem comer e sem beber (ver YoganandaY Autobiografia de um Iogue); a francesa Marthe Robin passou quarenta anos sem se alimentar (ver Guitton, Portrait de Marthe Robin, Editora Grasset 1985); e Teresa Neumann, da Alemanha, viveu trinta anos sem alimento sólido ou liquido (ver Steiner, Therese Neumann, Editora Schnell & Steiner, 1968).) Esses centros energéticos assemelham-se a pequenos discos de cerca de seis centímetros de diâmetro que, no homem comum, têm um brilho semelhante ao da brasa abafada. Quando, porém, são “despertados”, quando nos conscientizamos deles e os carregamos de energia, tornam-se radiantes como pequeninos sóis de cores cintilantes. (centros energéticos, assim como o corpo de éter e prana a que estão ligados, podem ser claramente percebidos pelos videntes.) Pela perspectiva lateral do tronco, parecem flores, cujos caules nascem de determinado ponto da espinha dorsal (ver ilustração).



Para coordenar melhor nossos exercícios com os centros energéticos, vamos fazer um breve esboço da esfera de ação dos centros e da sua relação com o evento físico-psíquico-espiritual. 


1. Centro-raiz 

Situado no fundo da bacia, próximo do cóccix. 
Cor: vermelha. 
Sede da energia vital, da energia sexual, abastecimento energético de todo o organismo; Fonte de energia para os outros centros energéticos.  

2. Centro sacro 

Situado na parte inferior do abdômen, entre a quinta vértebra lombar e o sacro. 
Cor: laranja. 
Digestão, circulação e pressão sanguíneas, eliminação e purificação, também no sentido psíquico-espiritual. 

3. Plexo solar ou centro umbilical 

Situado entre a duodécima vértebra torácica e a primeira vértebra lombar. 
Cor: amarela. 
“Digerir”, também no sentido psíquico-espiritual. Estômago, fígado, pâncreas. Estreitamente relacionado com as emoções e o sistema nervoso vegetativo. 

4. Centro cardíaco 

Situado entre a quarta e quinta vértebras torácicas. Cor: verde. 
Coração, região inferior dos pulmões, circulação sanguínea. 
Devido à sua posição “mediana”, entre os centros energéticos inferiores e superiores, é especialmente importante para nós. Nele reside a fonte de simpatia com todos os entes vivos, o lugar onde a energia vital-animal pode ser transformada em amor todo-envolvente e onde, segundo os xamãs, estão as raízes e o começo do “caminho com coração”. 

5. Centro laríngeo 

Situado sob o “pomo-de-adão”. 
Cor: azul claro. 
Tireóide, laringe, esôfago, cordas vocais. Alimentação dos centros espirituais (6 e 7) com energia vital, fonte da comunicação humana, importante para as pessoas que ensinam e orientam. Regulação do princípio do poder (uso e abuso). 

6. Centro frontal 

Situado no centro da testa, entre as sobrancelhas, o “terceiro olho”. 
Cor: azul Índigo. 
Panes inferiores do cérebro, visão, olfato, audição, paladar, conhecimento espiritual, intuição. 

7. Centro do vértice 

No vértice. 
Cor: lilás-violeta. 
União com o mundo cósmico-espiritual e com sua energia espiritual, contendo a possibilidade da transformação do ego em “eu superior” 

A conscientização e o carregamento dos sete centros energéticos 

Primeira possibilidade: 

Tal como já foi descrito, no direcionamento da energia respiratória (prana) para os lugares doentes, deixamos surgir, diante do nosso olho espiritual, a imagem do centro desejado, com a sua cor correspondente. Deitamos nossa mão direita sobre ele e, com a imaginação, dirigimos, expirando, o fluxo claro e luminoso para o interior do centro.

Segunda possibilidade: 

Erguemos o braço esquerdo acima da cabeça, por assim dizer, na direção do céu, voltando para cima a palma da mão. Esta recolhe o fluxo energético das regiões superiores. A mão direita (ou a ponta dos dedos) é apoiada sobre o centro energético desejado.  

Inspirando, imaginamos: com a minha mão esquerda, capto energia. 

Expirando, imaginamos: envio a energia captada para o meu centro (cardíaco, laríngeo, umbilical, etc.). 

Efeito: fortalecimento dos órgãos e das partes do corpo ligados ao centro em questão; criação de energias de cura nesses lugares. 

Imaginamos: “Energia e saúde para o meu centro...” “Sou a árvore da vida.” 

Vamos lembrar:

Todos os exercícios da coluna vertebral produzem o carrega¬mento e fortalecimento dos centros energéticos. A coluna vertebral é a nossa “árvore da vida”, a fonte das energias mais sutis!

Nenhum comentário:

Postar um comentário

Obrigada por comentar! Está me ajudando a melhorar!
Beijos de luz
mirna