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O período de Poseidon a Jesus

                                                                             Planeta Terra - sua origem, sua história, seu destino

MOISÉS

A quinta Dispensação Cristã iniciou-se no ano 2.000 A.C., quando Moisés conduziu o povo judeu para fora do Egito, onde tanto haviam sofrido. A maior parte do que está contido na Lei de Moisés foi implantada na sua consciência muito antes de sua subida ao Monte. Moisés, Aarão e Míriam haviam recebido instrução no Templo da Ascensão. Assim, a Verdade é transmitida de coração em coração e levada pelos pés de muitos para longínquos lugares. Moisés recebeu, do Templo da Ascensão, o fogo da Coragem e Aarão, a arte do sacerdócio. Os sacerdotes leais á Grande Fraternidade Branca não deixaram quaisquer registros por escrito no período que vai desde a submersão de Poseidon até os tempos de Moisés.

Moisés não atingiu a Ascensão naquela encarnação, tendo conseguido-a em uma encarnação posterior na China. Agora é um Mestre Ascensionado e é conhecido na Fraternidade como Lorde Ling, ou Senhor Ling.

LORDE GAUTAMA 

Lorde Gautama nasceu filho de um rei na Índia. Nasceu sem nenhum karma destrutivo e foi criado em um ambiente de quietude e beleza. Lindos jardins cercavam o palácio do rei e esses continham as mais perfeitas manifestações de plantas e animais. Os servos foram instruídos a não comentar com o adolescente sobre as condições imperfeitas que existiam fora dos muros dos jardins.

Um dia ocorreu um evento que transformou a vida de Lorde Gautama. Ele ficou completamente abalado com um comentário descuidado de um dos servos sobre as condições de fome e caos existentes por toda a Índia. Lorde Gautama deixou o palácio de seu pai, sua esposa e seu filho infante, determinado a controlar suas energias e a encontrar a Verdade de Deus.

Ele entrou em uma floresta e direcionou sua consciência através do plano psíquico que circunda a Terra, penetrando, finalmente, nos Planos Divinos da Perfeição. Durante esse período de sete anos, seu corpo físico permaneceu na floresta. De vez em quando, Lorde Gautama retornava à consciência do plano físico e compartilhava a comida e bebida que era deixada por viajantes de passagem por ali. Sob a amorosa orientação de Pallas Athenas e outros Mestres Ascensionados, a consciência de Lorde Gautama prosseguiu através das Sete Esferas, a escola das individualidades prestes a encarnar sobre a Terra. Ele começou pela sétima Esfera ( a mais próxima da Terra ) e continuou através das outras Esferas até que atingiu a primeira Esfera, conhecendo-as e absorvendo as qualidades de cada Esfera enquanto as percorria.

Prosseguindo mais além, ficou face a face com o Deus de nosso Sistema Solar, os Amados Hélios e Vesta. Ele Os viu e compreendeu a Verdade Eterna de que DEUS É BOM, que Seu desejo para toda Sua Criação é Bom e que as aparências de sofrimento e imperfeição que existem sobre esta Terra NÃO REPRESENTAVAM A VONTADE DE DEUS, NEM ESTAVAM DE ACORDO COM SEU PLANO DIVINO! Gradualmente, Lorde Gautama se conscientizou de que a Ventura da Presença dos Deuses-Pais não era suficiente, e que essa Ventura, também chamada Nirvana, deve aspirar á realização de seu próprio Plano Divino. Isso significava que Lorde Gautama tinha que trazer de volta a Sabedoria conquistada para compartilha-la no plano físico com outros.

Assim começou a peregrinação de Lorde Gautama através da Índia. A Hierarquia tinha esperanças de que Seu conhecimento da Verdade se espalhasse de lá para o resto do mundo. Durante Sua peregrinação, Lorde Gautama se tornou associado á Ananda ( anteriormente encarnado como Moisés ). No entanto, a missão teve pouco sucesso inicialmente; apenas uns poucos monges os seguiram. As forças das trevas do plano psíquico não permitiram a expansão da Luz para o resto do mundo. Por intermédio da influencia da Mestra Ascensionada Kwan yin, porém, os Ensinamentos de Lorde Gautama foram levados para a China.

Quando o Divino Plano Individual de Lorde Gautama já tinha sido realizado, Ele solicitou á Lei Cósmica que lhe fosse concedido uma vez por ano entrar na atmosfera da Terra em Seu corpo Eletrônico de Mestre Ascensionado para dar sua Radiação e Benção aos estudantes. O pedido foi concedido. Essa ocasião anual é conhecido hoje como o Festival de Wesak.

Seu ensinamento original foi distorcido posteriormente. O voto de pobreza não fazia parte de Seus ensinamentos. Ele disse: “Essa não é a Vontade de Deus! Ninguém deve viver em tola pobreza, experienciando a falta de algo bom que, se o tivesse tido, o ajudaria a realizar o seu Plano Divino muito mais fácil, rápida e perfeitamente”.

Lorde Gautama ensinou o desapego individual por pessoas, lugares, condições e coisas, não dando poder ás doenças, sofrimento ou qualquer manifestação externa de desarmonia.

No dia primeiro de Janeiro de 1957, Lorde Gautama ocupou o lugar de Diretor Divino do Planeta Terra.

A IDADE DE OURO DA GRÉCIA 

Ao mesmo tempo que Seraphis Bey e seu grupo levaram a Chama da Ascensão para a praia do Nilo próxima a Luxor, a embarcação de Hilarion, carregando a Chama da Verdade, chegava á Creta. Como já mencionei antes, Creta era, naquela época, ligada á Grécia.

Em vidas precedentes, Hilarion foi conhecido como Llamblichus, o escritor neo platônico, e Paulo, o apóstolo cristão. Inspirados pela Chama da Verdade, alguns poucos fieis encarnaram repetidas vezes. Eram assistidos por Pallas Athenas, Deusa da Verdade, e o Deus Zeus. Juntos, eles promoveram a Idade de Ouro da Grécia.

Os devotos da Verdade construíram um glorioso Templo em Creta. Fizeram-no copiando o Templo da Verdade de Poseidon. Após manter um alto padrão de perfeição durante séculos, o Templo da Verdade começou a decair juntamente com o declínio da civilização grega. Parece, pelas revelações recebidas, que, na mesma época, os grandes palácios de Luxor tiveram a mesma sorte.

O Templo da Verdade de Creta foi destruído por aqueles que se rebelaram contra a Verdade e contra as disciplinas de Pureza e Harmonia. Depois de sua destruição, o templo foi eterealizado; ainda hoje pulsa no éter sobre Creta.

Posteriormente, Seraphis Bey, encarnado como Phidias, prestou um grande serviço à humanidade construindo uma réplica quase exata do Templo da Verdade. Isso foi feito para que a consciência externa pudesse contemplar sua perfeição e sincronizar-se com os serviços de Deus. O Templo foi erigido perto de Atenas, na Grécia, por volta do ano 450 A.C. Foi chamado de Parthenon e foi dedicado à Pallas Athenas.

Várias centenas de anos antes de Cristo, foi fundada na Grécia uma Ordem Espiritual chamada Ordem de Delphos. A maioria das pessoas associadas a essas atividades tinham pertencido á Corte de Pallas Athenas. Qualquer Ser Divino poderia usar o corpo de um oráculo em certas ocasiões, com o objetivo de transmitir instruções a um grupo que se reuniria para receber essa orientação.

As primeiras virgens Vestais eram completamente dedicadas à magnetização da Verdade Pura. Elas trouxeram de volta, reafirmaram e registraram a verdade das amadas Vesta e Pallas Athenas. Os registros ainda continuam sob a guarda da Irmandade da Verdade. Pallas Athenas supervisionava as disciplinas e os cuidadosos preparativos e treinamentos necessários para o desenvolvimento da consciência receptiva desses fluxos de vida que se tornariam os porta-vozes da Irmandade, como as virgens Vestais de Delphos. Durante o treinamento, elas permaneciam em confinamento solitário e faziam votos de serem puras de mente e corpo. Enquanto as sacerdotisas foram capazes de sintonizar com o Espirito da Verdade e ouvirem a voz de Deus no seu íntimo, os antigos gregos foram capazes de prosseguir no caminho correto. Essa fonte de sabedoria foi mantida em um estado de perfeição por quase sete séculos. 

Foram duas as causas para o declínio da Ordem de Delphos:

A algumas virgens com muito karma, foi dada a oportunidade de servir como oráculo. Elas se permitiram ser subornadas, por pessoas desejosas de promover causas políticas de seu próprio interesse, no leste, consentindo em promover fluxos de vida sem qualificação á posição de liderança, amealhando, dessa maneira, grandes fortunas. As massas, que haviam confiado nos oráculos de Delphos por centenas de anos, estavam sendo enganadas por falsos profetas. Membros das forças das trevas escreviam mensagens e entregavam-nas aos oráculos, que as transmitia ao povo confiante; 

Uma virgem Vestal quebrou o voto de pureza. Esse comportamento contagiou a Ordem inteira dos oráculos de Delphos e causou sua ruína. Isso destruiu a ligação e o contato que havia entre a amada Vesta, Pallas Athenas e o povo da Terra.

O povo que consultava os oráculos o faziam com fé e esperança, e levou algum tempo para perceber que haviam sido enganados. Algumas pessoas ficaram tão desiludidas que seus corpos etéricos ficaram profundamente marcados, e em subsequentes encarnações se mantiveram muito suspeitosas a respeito de qualquer coisa que tivesse que ver com fenômenos místicos ou percepção extra sensorial. Alguns chegaram, em encarnações posteriores, a se tornarem totalmente suscetíveis à palavra “DEUS” e resvalaram para um total ateísmo. O Mestre Hilarion devotou pessoalmente uma parte de Sua vida a esses fluxos de vida, esperançoso de traze-los de volta ao ponto onde novamente desejem a Verdade que os liberte.

Outras civilizações de menores portes 4

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INCAS E MAIAS 

Depois da Civilização Meru veio uma Civilização chamada Pirua, depois da qual surgiu a Civilização Inca. Todas essas civilizações localizavam-se na América do Sul. Os incas possuíam uma colônia no Estado de Oaxaca, México. Seu foco central situava-se onde, hoje em dia, fica Mitla.

As civilizações Pirua e Inca perduraram por milhares de anos. O que os arqueólogos encontraram até agora, sobre a civilização Inca, diz respeito á sua época de declínio. As futuras descobertas atestarão o alto nível alcançado por essa civilização.

Os incas possuíam uma cor de pele similar á dos índios americanos; tinham olhos e cabelos escuros. Diferentemente das civilizações do Egito, da Atlantida e do Sahara, os encarnados que formavam as massas do povo inca não eram muito desenvolvidos. Os líderes das civilizações Pirua e Inca, no entanto, eram seres adiantados ao nível de desenvolvimento.

Os incas nutriam grande devoção a Deus e foram-lhes ensinado uma boa compreensão e conhecimento prático da Lei Cósmica e da atividade do Sol Central. O dirigente inca era orientado por Saint Germain, cujo nome naquela ocasião era “Filho Uriel”.

A informação que se segue sobre a civilização Maia foi dada pelo próprio Mestre Ascensionado Saint Germain e a seguir, transcrevo um resumo dessa mensagem: “Muitos anos antes da Dispensação Cristã, uma Idade de Ouro existiu na província do Yucatán. Sob a orientação de seu sábio governante, Kenich Aham ( desde então, um Mestre Ascensionado ), a atividade de Doação da Vida do Sol, sob a direção de Hélios e Vesta, era conhecida e venerada. O ouro era livremente usado para adornar o povo e os Templos, e todo mundo compreendia as Leis de Deus e as obedecia.

Antes de serem conquistados por Cortez, Kenich Aham e os componentes do clero Branco gravaram toda a história construtiva dessa civilização sobre cinqüenta e duas placas de ouro. Essas placas estão preservadas em uma montanha chamada Uxmal, há cinqüenta milhas de Mérida. Para o turista comum de hoje, trata-se apenas de um grande monte de terra, contendo em seu interior e sobre sua superfície remanescentes de vários templos.

Os fluxos de vida que originalmente prestavam assistência a Kenich Aham, em número de 730, algum dia serão responsáveis por tornar esse Foco Visível a toda a humanidade, mostrando que jamais souberam de algo tão glorioso e magnificente.”.

Pouco se fala sobre as civilizações da América do Sul porque existem ainda acertos kármicos a serem feitos na região. Várias centenas de fluxos de vida encarnaram com o objetivo de resolverem esse acerto, e serão eles mesmos, os responsáveis pelas descobertas cientificas e arqueológicas feitas no local e que explicarão muito das civilizações Inca e Maia. Como explicado anteriormente, um local onde houve um massacre que levou a população a morrer com um grande sentimento de temor, registra em seu campo áurico esse magnetismo negativo, precisando de muito trabalho de índole construtiva para ser contrabalançado. A história das civilizações Inca e Maia ainda não terminou de ser vivenciada.

EGITO 

A atuação da Chama da Ascensão, juntamente com seu correto uso do conhecimento e poder, levou o Egito a seu mais alto ápice. Grandes e diversos Templos foram construídos em Luxor por Ramsés II. Seus oráculos tiveram atuação similar ao que, posteriormente, existiu em Delphos, na Grécia.

Quando os oráculos começaram a falar de lugares escondidos, a destruição do Egito veio. Forças destrutivas tinham colocado alguns seres humanos simpatizantes á sua causa, agindo como oráculos nesses lugares. Mais tarde, a queda dessa civilização foi acelerada quando encarnaram fluxos de vida muito adiantados, mas que se rebelaram contra as restrições feitas ás suas paixões e naturezas mais grosseiras ( mau uso de sexo ). Eles também orgulhavam-se de suas realizações intelectuais. Assim, os sacerdotes e sacerdotisas também se envolveram em práticas corruptas, criando seus próprios deuses para enganar a humanidade. Nunca existiu um clero mais corrupto do que o do Egito.

Séculos se passaram. O Egito mergulhou nas trevas e o Templo da Ascensão foi instalado sob o solo e camuflado para ser protegido. Muitos dos primeiros israelitas foram hóspedes do Templo; José, que seria o próximo a ocupar o trono do Egito; Moisés, Aarão, Míriam e aqueles que seriam o instrumental do Êxodo.

A Biblioteca do Templo contém livros de todas as civilizações que já existiram. Os Mestres salvaram alguns do incêndio que destruiu a famosa Biblioteca de Alexandria, e os trouxeram para o Templo da Ascensão. Outros livros, inestimáveis, estão guardados pela Fraternidade e uma pequena parte se encontra no Tibet, na China, mas a quase totalidade da Biblioteca de Alexandria se encontra no Retiro de Teton, nas Montanhas Rochosas. Serão novamente trazidos a público quando existir a certeza de que um incêndio, criminoso e premeditado, como o de Alexandria não mais se repetirá.

Após a civilização egípcia, outras civilizações que a seguiram e atingiram níveis medianamente realizáveis foram as da Caldéia, Babilônia e Grécia.

Outras civilizações de menores portes 3

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A CIVILIZAÇÃO DE POSEIDON 

Poseidon era o nome de uma ilha localizada no meio do Oceano Atlântico. Foi o ultimo remanescente do continente original da Atlantida. Esse pequeno “resto” do originalmente enorme continente da Atlantida é comumente confundido com a Atlantida propriamente dita. Até mesmo Platão, que de acordo com a Ordem Rosacruz era um membro dessa escola esotérica secreta, chamou a ilha de “Atlantida”. Algumas vezes, essa dificuldade em separar e distinguir entre os dois nomes se deve também a dados fornecidos pelos escritos antigos. Felizmente, uma leitura cuidadosa de cada palavra sobre esse assunto, é possível, na maioria dos casos, separar o material que fala da primitiva Atlantida daquele sobre a civilização de Poseidon, que existiu ao mesmo tempo que a civilização Meru. Poseidon se estendia desde o sul da Groenlândia até os Açores e as atuais Ilhas de Açores e da Madeira eram o ponto mais alto da cadeia de montanhas de Poseidon.

Há 14.000 anos passados, Poseidon alcançou um alto grau de desenvolvimento no que diz respeito ao conhecimento da Lei Cósmica e de conquistas cientificas. Um Grande Mestre de Luz estava á testa do Governo. Esse estado de realização foi mantido até cerca de 10.500 anos A.C. quando começou o declínio da civilização que culminou na catástrofe que ocorreu por volta do ano 10.000 A.C..

Durante o auge da civilização Poseidon, houve uma província onde se fez uma tentativa de criar uma nação de Mestres Ascencionados. O povo que havia nessa área tinha o poder de precipitar, da substancia universal, muitas coisas de que necessitavam, incluindo alimentos e vestimentas. Eles se sentavam á mesa e o alimento necessário aparecia á sua frente. A atividade transmutadora da Chama Trina era visível a todos e depois de completar suas tarefas, o corpo físico, já igual ao nosso, era colocado nessa Chama e desaparecia instantaneamente. Uma vez que as Chamas eram conservadas em Templos, e ali mantidas pelos sacerdotes, naturalmente essa operação se realizava em um Templo.

A tecnologia era muitíssimo avançada. A civilização de Poseidon se comunicava com o mundo todo por meio de aeronaves. Entre outros lugares, viajavam á Meru e, principalmente á área onde está localizado o Parque Yellowstone, no Wyoming. O transporte aéreo de nossos dias é, em muitos aspectos, imperfeito e primitivo, comparado ao deles.

A mina de ouro mais rica que já existiu ficava no Parque Yellowstone. Estava sob o controle do Governo de Poseidon e seu nome remonta àquela época. O termo “pedra amarela” originou-se de uma mina na área, que continha diamantes amarelos de enorme tamanho, mas o forte da produção de Yellowstone era, fundamentalmente o ouro. Técnicas adiantadas de extração de rocha eram usadas na operação das usinas Yellowstone e grande parte de sua riqueza era usada para fins experimentais e de pesquisa no campo da Química e de outras Ciências Naturais.

Assim como outras, também a civilização Poseidon extraía a energia necessária para iluminação, aquecimento, força e propulsão através da acumulação, concentração e transmissão das correntes existentes na atmosfera circundante.

Antes de cada grande cataclismo, grandes esforços são feitos pelos Mestres para familiarizar o povo com a Verdade. Ao tempo da submersão de Poseidon, apenas quinhentas entre sessenta milhões de pessoas deram crédito ás palavras da verdade. Isso não era suficiente para manter o equilíbrio.

Cinco anos antes da submersão de Poseidon, os Mestres alertaram o povo sobre os próximos eventos. Os Seres Ascensionados e os Mensageiros Cósmicos de muitos Reinos vieram e falaram por intermédio do clero e dos oráculos. A princípio, o povo deu ouvidos ás Suas palavras e se ocupou delas por algum tempo. Era algo novo e excitante, além de diferente. Depois, quando nada aconteceu nos dois anos que se seguiram aos avisos, o povo retornou ás suas buscas da assim chamada felicidade. Á partir de então, o povo de Poseidon perdeu a fé nos sacerdotes da verdadeira Ordem Branca, e esse comportamento abalou a sustentação da ilha.

Os Seres Ascensionados preservaram edifícios, cidades inteiras, registros, fórmulas e tudo o que desejavam, selando tudo hermeticamente no fundo do Atlântico. Eles o trarão á tona novamente, na nova Era que se aproxima, revelando a todos a verdade da perfeição da Atlantida.

Os altos sacerdotes dos Templos foram instruídos pela Hierarquia Espiritual a reunir todos os inestimáveis tesouros nos Templos em que oficiavam, e embarca-los nas embarcações ancoradas nos portos. Assim, a preparação para o êxodo dos membros da Ordem Branca e seus seguidores começou.

Sem alarde e sem pressa, os guardiães da Era Atlante prepararam-se para a hora final, quando seriam solicitados a deixar sua amada Poseidon. A cada dirigente, foram dadas ordens seladas contendo o destino de seu barco. Cada destino era um abrigo seguro, pré selecionado que, ou não seria afetado pelo cataclismo ou, pelo menos, muito pouco. Dessa maneira, a Verdade e o Conhecimento dos Ensinamentos do Mestres Ascensionados foram preservados por gerações ainda por vir.

Os preparativos dos sacerdotes incluíram retirar as Chamas dos altares e leva-las, e aos documentos sagrados, em que constavam o conteúdo de muitas conferencias, para lugares seguros.

Esses sacerdotes e chelas que permaneceram fiéis á Luz foram avisados da data em que Poseidon deveria submergir. Á uma predeterminada hora, á noite, os seguidores da Ordem Branca carregaram suas naus com os tesouros dos Templos que puderam arrancar das mãos dos sacerdotes cobiçosos. Cem embarcações á vela, equipadas com remo, foram tripuladas. Os navios levaram quarenta voluntários cada um, incluindo um sacerdote por navio.

Depois do embarque, o dirigente de cada embarcação abriu as ordens seladas. Esses documentos continham o destino de cada barco. Ao sacerdote Hilarion ( que futuramente seria Paulo, um dos discípulos de Jesus ), foi ordenado levar a Chama da Verdade através do Oceano Atlântico e do mar Mediterrâneo, até a Grécia. O sacerdote Seraphis Bey e seu grupo deveriam levar a Chama da Ascensão para Luxor, no Egito. Os que guardavam a Chama da Liberdade foram instruídos a leva-la para o sul da França ( Gália, na época ). Era tarefa de cada embarcação chegar a um lugar seguro antes que o oceano se transformasse num mar fervente pela ação do cataclismo, senão nenhum barco sobreviveria.

Das cem embarcações que deixaram Poseidon, apenas dez chegaram. O tempo e as condições kármicas eram tais que o Momento Cósmico não poderia esperar a chegada das naus aos seus destinos, se atrasassem em relação a certa data, por qualquer razão que fosse.

Os tesouros de Poseidon foram levados para diferentes partes do globo. Registros foram levados para o Egito, Tibet, China e outras partes de extremo leste. Alguns dos registros Atlantes foram, mais tarde, encaminhados á Biblioteca de Alexandria onde, por fim, foram destruídos pelo fogo. Os registros que não foram levados para Alexandria permaneceram intactos. Esses serão revelados num futuro próximo, quando a maldade, viciosidade, fanatismo e intolerância da mentalidade ortodoxa estiverem dissolvidos a ponto de não conseguirem destruí-los.

Como dito antes, dez das embarcações que partiram de Poseidon chegaram salvas a seu destino ou próximo de seu destino.

Um barco, sob a direção de Seraphis Bey, chegou a Luxor; 

Um, sob a direção de Hilarion, chegou a Creta; 

Um, sob a direção de Paulo, o veneziano, chegou ao sul da França; 

Pelo menos um, que navegou em direção ao oeste, chegou ao México; 

Pelo menos um, que navegou em direção ao oeste, chegou ao Peru; 

Pelo menos uma outra embarcação que navegou em direção ao oeste, chegou ás Ilhas de Páscoa; 

Pelo menos um, que navegou em direção ao oeste chegou á Ásia; 

Três outras embarcações chegaram a seus destinos predeterminados, no entanto seus destinos não o foram revelados.

Seraphis Bey e seus homens atingiram seu destino segundos antes do Rio Nilo transbordar.

Hilarion e seu grupo chegaram a salvo em Creta que, naquela época era ligada ao continente. Foi lá que Hilarion colocou a Chama da Verdade. Esse foco foi, mais tarde, usado para criar o Templo da Verdade em Creta e o Oráculo de Delphos, na Grécia. Mudanças subsequentes na superfície da Terra, ocorridas após a catástrofe de Poseidon, separaram Creta e o continente.

O Mestre Ascensionado Seraphis Bey deu testemunho sobre sua viagem a Luxor. Por causa de sua significação histórica, ele é transcrito aqui como me foi dado originalmente.

“Quando a Ilha remanescente da Atlantida estava para submergir nas ondas, o clero que havia permanecido fiel á Hierarquia Espiritual empenhou-se em atingir a consciência do povo e alerta-lo sobre as iminentes mudanças cataclísmicas. A novidade sempre tem atrativos para a mente exterior e, por algum tempo, o assunto foi objeto de conversação e obteve considerável interesse; o entusiasmo e interesse da população logo fizeram surgir os aspirantes, os servidores, os chelas, assim como os diletantes e, á medida em que os anos passaram, o clero paulatinamente se tornou rígido, arrogante, orgulhoso, tão versado na Lei em seu aspecto mental, exterior, que aprisionou sua consciência em um nível mental, ficando á parte da inspiração e da Mensagem de Cristo que chega como uma pomba, humilde, simples, sem adornos. A partir dessa arrogância espiritual, o clero dominou as massas e aqueles que representavam a verdadeira Ordem Espiritual se tornaram poucos.

Aqueles entre nós que permaneceram fiéis à Luz foram informados quando chegou o momento da submersão do continente. A uma determinada hora, numa determinada noite, carregamos as embarcações com todos os belos tesouros de nossos Templos, aqueles que conseguimos arrancar das mãos dos sacerdotes cúpidos, com uma prece em nossos corações e os poucos fiéis em nosso barco, navegamos através do Atlântico e do Pacifico para várias terras.

Nenhum de nós sabia para onde deveríamos ir até que abrimos as ordens seladas, após estarmos longe da praia. Sabíamos que havia um prazo, um elemento a ser considerado, porque a submersão de um continente afeta vitalmente os poderosos oceanos e nós estávamos em pequenas embarcações que se sacudiam como pequenas lascas de madeira nas ondas do mar.

Nós soubemos, ao abrir nossas ordens, que nosso destino era o Egito. Todos nós, em número de quarenta, concentramos nossa força de oração, fé, energias físicas, nossa persistência, revezando-nos dia e noite, remando para ajudar as velas, cada um tentando cumprir aquele prazo sem adiamento, não tanto interessados na sobrevivência de nossos corpos, mas interessados em levar nossa carga, as brasas da Chama da Ascensão, que era a Herança Espiritual da Atlantida confiada a nós, á terra firme antes que nosso barco pudesse ser engolido pelo maremoto que se formava. E conseguimos! Navegamos Nilo acima, e quando desembarcamos na região de Luxor, carregamos conosco, em um braseiro dourado, através da chuva, vento e tempestade, uma Chama Viva, coração do Templo da Ascensão da Atlantida, para planta-la em Luxor. Protegíamos a Chama com nossos próprios corpos. Cada um de nós, alimentando a Chama com a dos nossos corações, insuflando-a com a respiração de nossos lábios e as preces de nossas almas e espíritos, mantinha a Chama viva naquele momento, quando aportamos. Quão gratos nossos corações ficaram ao constatar que existia ao menos uma brasa. Ajoelhamo-nos em volta daquela Chama da Ascensão e, quando o fizemos, a terra tremeu e o poderoso Nilo inundou suas margens. Eu admito que as lágrimas correram enquanto Poseidon, o coração da Atlantida, o lar que conhecíamos, e os Templos, cuja magnificência até hoje não foi igualada, nossos entes amados, nossos familiares, desapareciam sob as ondas para dentro do coração do mar.

Nós nos revezamos nos remos, remando contra o tempo, sabendo que um momento Cósmico espera que não haja fraqueza da carne, dúvida na mente, medo nos sentimentos, e nenhuma exteriorização de karma destrutivo de nenhum dos homens que pudessem fazer parte daquela embarcação cheia de indivíduos encarregados da missão de levar a Chama da Ascensão para Luxor. Tínhamos que conseguir nosso objetivo, apesar de qualquer ou de todos os obstáculos individuais e coletivos, dentro do tempo marcado. Como nos rejubilamos quando atingimos a Foz do Nilo e sabíamos que estávamos, afinal, há cerca de quinhentas milhas do nosso destino! As lágrimas correram por nossas faces quando, por um momento, esticamos nossos braços e flexionamos os músculos dos braços e mãos para alivia-las da pressão do trabalho nos remos que tínhamos manejado para fazer avançar nossa galera quando o vento não enfunava as velas e não nos ajudava a atingir nosso destino. Agradecemos a Deus que nos criara enquanto contemplávamos a imóvel e brilhante brasa daquela Chama da Ascensão, sabendo que no interior da Sua Presença residia o caminho de volta ao lar, não apenas para nós mesmos, mas para todos que haviam perdido seus corpos na submersão da Atlantida e que de novo esperariam, ás portas do renascimento, por uma nova encarnação, sobre as terras que remanesceram na superfície da Terra. Levantando com renovada força pelo reconhecimento de nossa fonte, remamos rio acima para Luxor. Eu me lembro do controle louvável dos membros de nosso grupo que, em lugar de correrem para o lado do barco quando ancoramos a embarcação, aguardaram meu desembarque, carregando o braseiro, dentro do qual a centelha da Chama da Ascensão ainda queimava. Então, formando uma solene procissão, todos me seguiram para a terra firme. Ajoelhamo-nos em volta da Chama que tínhamos mantido viva com nosso próprio alento, nossas preces e afinco durante as noites chuvosas no mar, durante os dias nevoentos, quando os fortes ventos faziam jogar nossa leve embarcação. Quando nos ajoelhamos assim, vertendo nosso Amor na Chama da Ascensão, nova Luz cresceu das brasas. Ao mesmo tempo, enquanto o grande Nilo transbordava e a Terra tremia, nós nos lembrávamos de Atlantida.”.

O cataclismo que ocorreu há 12.000 anos passados foi acompanhado por grandes estrondos e explosões vulcânicas. Essas erupções levaram as águas a ferver. Com exceção dos quinhentos que escaparam, toda a população de Poseidon, sessenta milhões de pessoas, perderam suas vidas. A catástrofe durou menos de quarenta e oito horas.

Além de Poseidon, outras áreas também foram afetadas. Durante o cataclismo, os gases mantidos presos nas câmaras de pressão subterrâneas das ilhas do Hawaí foram liberados com tal força que todos os topos das montanhas explodiram. O cataclismo formou as ilhas da Madeira onde elas estão hoje. Também causou o esvaziamento do mar interior, que mais tarde se tornou parte do Deserto do Sahara atual, e causou a inundação do Nilo.

O cataclismo que destruiu a civilização do Amazonas, e que afetou severamente todo o continente Meru, foi o mesmo que destruiu Poseidon. Alguns argumentos convincentes, que reforçam essa idéia, podem ser colocados: 

1- A data para o cataclismo que submergiu Poseidon e destruiu Meru é a mesma, ou seja, 12.000 anos passados ou 10.000 anos A.C.; 

2- Nenhum outro cataclismo da mesma extensão, ou quase da mesma tem ocorrido desde aquela data; 

3- O cataclismo de Poseidon afetou muitas partes do globo. Logicamente, ao submergir tamanha quantidade de terras, o deslocamento das águas é considerável, e sabemos que Meru sofreu com a ação das águas, ou seja, uma inundação sem precedentes no continente Meru; 

4- Entre todas as informações dadas pelos Mestres, jamais foi dito que qualquer dos barcos que deixaram Poseidon chegou à costa leste de Meru. Essa costa, agora brasileira, sofreu danos extensos com o cataclismo, toda ela submergindo 80 metros aproximadamente. Os Mestres sabiam de antemão qual parte do mundo que sofreria menos com o cataclismo e por isso, sim, foi ordenado que uma embarcação se dirigisse ao Peru, à costa oeste do continente; 

5- A catástrofe teve a mesma duração. O cataclismo de Poseidon durou menos de quarenta e oito horas, e o de Meru, muitos quilômetros à oeste, durou aproximadamente dez horas; Alguns argumentos podem ser aqui colocados no sentido de considerar que o Dilúvio de Noé, nos tempos bíblicos, foi causado pelo cataclismo de 12.000 anos passados, porque quando o povo se lembra de um cataclismo mundial, o ultimo deles é que permanece mais vivo em suas mentes; à medida que o tempo passa, a memória dos cataclismos anteriores se esmaece.

Os Mestres afirmam que, ao contrário do continente perdido de Mu, a lembrança da Atlantida e seu povo não foi completamente esquecida nem obliterada na historia da humanidade, mas tem sido registrada de muitas maneiras através dos séculos.

Assim, o último fragmento remanescente de um outrora império mundial submergiu para um descanso para purificação sob o atual Oceano Atlântico. Alguns dos mitos e lendas de hoje apontam para tempos anteriores de glória. No tempo certo, provas irrefutáveis, tanto da existência da Atlantida quanto do alto nível de suas realizações, serão reveladas pela Oceanografia, Geologia e outros dados científicos.

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A CIVILIZAÇÃO MERU 

Entre os anos 12.000 e 10.000 A.C., existiu uma civilização na América do Sul que alcançou um alto nível de realização. Coexistiu com a civilização de Poseidon, e foi um rebento da cultura nesse continente.

A América do Sul, naquela época, era chamada de Meru, em homenagem ao Deus Meru, que é o Manu da Sexta Raça Raiz e cujo Retiro fica perto do Lago Titicaca. A civilização se encontrava ao longo do Rio Amazonas, Madeira e Juruá e estendia-se, numa direção leste-oeste, desde o delta do Amazonas até aproximadamente setenta graus na longitude oeste, ás fronteiras leste do Peru e Colômbia.

O nome “Amazonas” significa “destruidor de embarcações”, referindo-se ao cataclismo que ocorreu por volta de 10.000 A.C., que causou sérios danos á América do Sul e que submergiu Poseidon. O rio, naquela época, era navegável, vindo desde o Lago Titicaca até o Oceano Atlântico. Um canal havia sido construído desde o Atlântico até o Pacífico, tendo o Rio Amazonas e o Lago Titicaca como conexão entre ambos. O Rio Amazonas era muito mais profundo do que é hoje.

Próximo à Foz do Amazonas, existiam lindas e grandes quedas d’água. Entre as quedas d’água e a costa do mar, originalmente á cerca de 100 kms. ao sul do rio, existia uma cidade importante. Foi soterrada durante o cataclismo que destruiu a civilização Meru. Essa cidade está agora soterrada a 30 metros abaixo da superfície da terra.

A Foz do rio alargou-se muitos quilômetros durante o cataclismo. Um obelisco de metal imperecível, coberto com hieróglifos de uma Era anterior marcava o ponto mais alto da cidade. Esse obelisco tinha originalmente 30 metros de altura.

A capital do Império, que era seu centro religioso, estava localizada perto do Rio Madeira. A segunda cidade importante estava localizada perto do Rio Juruá. Era um centro de comercio, e muitos dos prédios governamentais ali estavam localizados. Era, também, o centro da industria de jóias. Muitas pedras preciosas eram cortadas e lapidadas ali. Como a cidade era construída numa série de círculos concêntricos, a parte mais interna media 4 quilômetros de diâmetro. Nessa área, foram construídos os prédios do Poder Executivo do Império.

As ruas do comércio partiam desse circulo interno como os raios do eixo de uma roda. Todas as ruas do comercio eram pavimentadas e construídas de dezoito a vinte e quatro polegadas ( o equivalente a aproximadamente 50 cm.) abaixo do nível do solo. Eram inundadas todas as manhãs e cuidadosamente lavadas antes que o novo dia começasse.

A três quilômetros do circulo interno, situavam-se as ruas panorâmicas que funcionavam como local de lazer. Dessa maneira, as atividades comerciais não interferiam com a beleza e conveniência dos passeios.

Quase todos os edifícios continham andares de cobertura que possuíam cúpulas ajustáveis que eram construídas em quatro seções e podiam ser transformadas em quartos de dormir ou salões de festas.

O clima era semitropical e os dias sempre tépidos e confortáveis. Temperaturas extremas eram desconhecidas e á noite soprava uma brisa fresca vinda das montanhas circundantes.

O capitólio, propriamente dito, era um grande prédio revestido de mármore creme e o piso feito de ladrilhos de pedras verdes.

Um gigantesco Templo chamado “O Templo de Deus Vivo para o Homem” era o centro espiritual da capital e de toda a civilização. Nele podiam se acomodar, sentadas, dez mil pessoas. No centro do Templo, havia uma coluna quadrada, com treze metros de altura; sobre ela ficava um globo de cristal com 1 metro de diâmetro. Ele continha no seu interior uma suave e luminosa luz branca própria. A despeito de sua suavidade, era tão intensamente brilhante que todo o Templo ficava brilhantemente iluminado por ela. Esse foco de luz havia sido trazido e colocado no Templo por um Mestre Cósmico como uma atividade de Sustentação e Doação de Vida para o povo. O globo de cristal irradiava não apenas Luz, mas Energia e Poder, constituindo um dos meios básicos de sustentação da civilização Meru.

A energia necessária para luz, aquecimento e propulsão também era gerada e transmitida por instrumentos como baterias. Se usadas para propulsão, eram conectadas ao veículo usado. Sete diferentes tipos dessas caixas transmissoras de energia estavam em uso. Essas também tinham, a exemplo do modelo Atlante, um volume de 60x60x80 cm. Tinham a capacidade de reunir as correntes de energia que existiam na atmosfera, operando semelhantemente á outra caixa em poder da civilização Atlante. Essas correntes de eletricidade eram de um tipo mais potente e de melhor qualidade das baterias e caixas de força que conhecemos atualmente. Podiam ser afetadas através da força do pensamento, mas também podiam ser controladas por meios mecânicos.- Certos metais eram combinados com vidro, através de um processo de fusão, e daí resultava um produto imperecível tão forte quanto o aço. Talvez o obelisco da cidade anteriormente mencionado, perto da Foz do Rio Amazonas, tenha sido feito com esse material, mas é mais certo que tenha sido feito de Oricalco, uma substancia dura como o diamante e mais precioso do que o ouro, pois basicamente é um ouro endurecido com igual proporção de prata.

O povo de Meru tinha cabelos dourados e pele clara e rosada. Os homens mediam cerca de 2.70 m. de altura e as mulheres, em média, 2.20 m. Todos possuíam lindos olhos violetas. A raça expressava uma inteligência calma, serena.

O nome do imperador era Casemir Poseidon, um Mestre Ascensionado que era um descendente direto dos poderosos Mestres Dirigentes da Atlantida. Sua coroa consistia de uma –simples tira de ouro com um grande diamante no centro da fronte. Seus pesados cabelos dourados desciam até os ombros. Casemir Poseidon era muito amado por seu povo e sua memória foi mantida viva como um mito e fábula por muitos séculos.

Os registros dessa civilização foram preservados pelos Mestres Ascensionados. Estão guardados, para futuro uso, em caixas de metal medindo 80 cm de comprimento, 30 cm de largura e 1.30 cm de altura.

Esses registros foram gravados em lâminas de ouro com um cinzel. Por um período, esses registros foram conservados no “Templo do Deus Vivo para o Homem”. O original, ou uma cópia, está agora no Retiro de Teton, nas Montanhas Rochosas, no Templo do Arcanjo Miguel. Um dia, no futuro, o registro das realizações da civilização Meru serão revelados ao mundo exterior.

Pouco antes que a capital que acabamos de descrever fosse sepultada, ela atingiu seu ápice de glória, e o Grande Mestre Cósmico, que inicialmente atraia a Luz pela qual ela foi desenvolvida e sustentada, apareceu pela última vez ao Império. Ele predisse um cataclismo inevitável, e anunciou que aquela seria Sua última aparição. Não especificou a data do cataclismo. Aos que desejavam ser salvos, foram dadas instruções para partir e indicaram-lhes para onde ir. O aviso dizia que a catástrofe seria súbita e total. Após o término dessa profecia, Sua imagem desapareceu rapidamente de vista. Para tristeza do povo, o pedestal e o globo de cristal que continha a Luz Eterna desapareceram com ele.

Depois de um ano, a lembrança da profecia desapareceu. Como nada de diferente acontecera, a ansiedade da população passou. A dúvida quanto à veracidade do cataclismo anunciado começou a surgir.

Casimir Poseidon e aqueles mais desenvolvidos espiritualmente, abandonaram a região e estabeleceram residência na parte oeste dos Estados Unidos. Lá permaneceram até que terminasse o cataclismo. Antes de partir, o imperador selou seu palácio e o Templo no qual a esfera de Luz descrita anteriormente tinha sido mantida.

Os remanescentes do povo Meru tornaram-se cada vez mais céticos e rebeldes. Uma pessoa tentou forçar a entrada no Templo selado e caiu morta á sua porta.

Por volta do quinto ano após a profecia, o Sol escureceu ao meio-dia, e um grande temor espalhou-se pela atmosfera. Ao por do Sol, temíveis terremotos sacudiram a terra e demoliram todos os edifícios. O caos se estabeleceu. Antes do amanhecer, as grandes forças destrutivas tinham feito o seu trabalho.

Todo o continente Meru, atualmente chamado América do Sul, perdeu seu equilíbrio. Ele se inclinou e rolou para o leste, submergindo toda a costa leste numa extensão de 390 km. A costa permaneceu nessa posição por várias centenas de anos e então, gradualmente, reergueu-se para os 120 metros de sua posição original. Nenhuma mudança ocorreu desde então.

Assim, outra civilização de esplendida realização chegou a um brusco fim. Quando uma parcela da humanidade tem a ventura de se colocar sob a radiação de uma Grande Mestre de Luz para manter o equilíbrio, em troca é necessário que a humanidade faça um contínuo esforço para compreender a Lei Cósmica e trabalhar com boa vontade em harmoniosa cooperação com essa Lei. De acordo com a Lei de Deus, se à uma parcela da humanidade foi ensinado o caminho do mestrado e foi relembrada, vida após vida, de sua origem Divina, mas sua contribuição para manter o equilíbrio não é suficiente, os Mestres da Luz devem retirar seu Poder Sustentador.

Pensamentos e sentimentos de ódio, raiva, vingança e ressentimento de qualquer espécie são registrados por todos os seres elementais ( a Natureza ). Quando essa energia desqualificada se acumula a uma certa pressão, a força autogeradora e auto purificadora que existe no seio da Natureza se levanta e expulsa tudo o que está em desacordo com a “Lei do Uno”. Assim, as qualidades registradas retornam á sua fonte, o Homem individual, na forma de cataclismos por meio dos quatro elementos da Natureza. Portanto, um cataclismo é a maneira da Natureza se aliviar, purificar e tornar-se livre da contaminação dos pensamentos e sentimentos humanos discordantes, retornando a sua condição primitiva. Uma boa imagem para isso, a idéia de que a Natureza seria um corpo habitualmente em repouso e os pensamentos e ações dos Homens fossem pequeninos grãos de pólen. Em determinado momento, esses “pólens” irão irritar o nariz daquele “corpo” e a conseqüência natural disso é um poderoso “espirro”, aterrador, se considerarmos o tamanho de tal “corpo”.

As pessoas, a humanidade em geral, podem fazer muito para aliviar as condições discordantes da Natureza, causadas pelo mau uso da energia feito pela humanidade anteriormente. Há grande necessidade de transmutar a energia desqualificada que está concentrada nos cinturões de gás. Isso pode ser feito pelo poder de invocações em grupos ou individualmente. “Tu invocarás uma intenção e essa se concretizará no teu interior.” ( Job:22.28 ). O poder da palavra falada é muito efetivo.

Outras civilizações de menores portes 1

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O IMPERIO DO SAHARA 

Há milhares de anos passados, existiu uma civilização que se estendia desde o atual deserto do Sahara ( sua fronteira oeste ), por toda a largura da África, continuando a leste através da Ásia até as Montanhas do Himalaia. Essa civilização era chamada “O Império do Sahara” e atingiu um nível tão alto de realização que o termo “Idade de Ouro” foi também atribuído a esse período.

O Deserto do Sahara era então uma terra fértil. Havia muitos cursos de água e toda a área possuía umidade e abundância em um clima subtropical. O Nilo, tal como é hoje, assemelha-se aos cursos de água daquele período. A descrição que se segue da civilização e condições que prevaleciam, diz respeito á um período há 68.000 anos A.C., quando o Reino do Sahara atingiu o seu ápice.

No meio do Império do Sahara, estava a capital, famosa em todo o mundo por seu esplendor. Os edifícios do Poder Executivo ficavam localizados no centro da capital, sobre uma suave elevação, e desse centro a cidade propriamente dita se estendia uniformemente em todas as direções. A cidade era conhecida como a “Cidade do Sol”. As abóbadas de muitos edifícios eram cobertas com lâminas de ouro puro, e os interiores decorados com jóias. O ouro e as jóias era materializados diretamente da Eterna Substancia do Uno.

O Rei Imperador, na ocasião não ascensionado, era o Mestre que hoje conhecemos como El Morya. Seu Império era um exemplo de perfeição; desde aquela época nunca mais existiu naquela área nada que se aproximasse de tal apogeu. Por centenas de anos, essa perfeição foi sustentada, e não havia necessidade de nenhum exercito ou forças armadas de nenhuma espécie.

El Morya tinha a assistência de um Conselho de 14 Mestres Ascensionados, cada dois deles trabalhando em um dos sete Raios. O governo, propriamente dito, consistia de sete departamentos que controlavam as atividades da Ciências, Industrias e Artes. Cada chefe de departamento trabalhava diretamente com o Conselho e portanto estavam sintonizados o tempo todo com o Plano Divino. Todos trabalhavam para o bem de todos.

A queda dessa civilização soa como historia familiar. Encontramos as mesmas causas internas já apontadas para a “Queda do Homem”, a civilização Lemuriana e Atlantida. O caminho descendente começou quando o povo desviou sua atenção de Deus para eles próprios. A civilização de Sahara se entregou á gratificação dos sentidos. Tornaram-se ingratos ás graças que a Natureza dá e á própria vida. Houve mau uso de energia, os seus habitantes tornaram-se egoístas, e tudo isso criou condições destrutivas. Deus, o doador de toda a energia da Vida, espera que seja feito um bom uso dela, para que ela possa abençoar o resto da criação com atividade harmoniosa. Sem esse correto uso da energia, uma civilização não pode mais ser sustentada dentro do Plano Divino e, então, entra em colapso.

O Rei Imperador, prevendo o que estava para acontecer, reuniu seu Conselho e suas equipes em seu palácio. Um elaborado banquete foi servido, tendo sido materializadas toda a comida e a bebida. Quinhentas e setenta e seis pessoas estavam presentes. Um Mestre Ascensionado apareceu vindo do nada e dirigiu-se á audiência. Ele explicou, que por causa da decadência da civilização, o rei e sua família deveriam ser levados embora. Também predisse que um príncipe, que estava se aproximando da fronteira do reino, tomaria posse do governo do Império. Após terminar, o Mestre lentamente desapareceu de vista.

Sete dias depois do banquete, o Rei Imperador partiu e nunca mais foi visto. Um príncipe visitante, de uma país menos desenvolvido, chegou pouco depois e, descobrindo as condições do Império, autoproclamou-se governante, não encontrando nenhuma oposição.

Dois mil anos depois ( 66.000 anos A.C. ), a maior parte do Império transformou-se num deserto. Os rios secaram e a desolação reinou por toda parte como resultado da discórdia da humanidade.

Depois disso, seguiu-se um grande cataclismo que resultou na formação de um mar interior, onde agora é o Deserto do Sahara. O cataclismo que submergiu Poseidon por volta de 10.000 anos A.C. secou esse mar, e parte do Império do Saara original tornou-se o que hoje é conhecido como o Deserto do Saara.

A CIVILIZAÇÃO DE GOBI 

A Civilização de Gobi coexistiu com a civilização de Sahara. Era fronteiriça com ela e ambas atingiram um alto nível de desenvolvimento quase ao mesmo tempo e sofreram o mesmo destino, isto é, o ápice das duas civilizações não terminou por um cataclismo, mas ambas foram dominadas por hordas primitivas.

Não há muito o que dizer a respeito da civilização de Gobi que tenha sido diferente das outras civilizações desaparecidas.

A Era Atlante

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A ERA ATLANTE ( 500.000 A 10.000 A.C. ) 

O continente da Atlântica consistia, originalmente, de uma sólida massa de terra que ia da América Central até a Europa, que fazia parte do Continente Atlante. Cuba, as Ilhas da Madeira e os Açores também faziam parte dela. Uma parte dos Estados Unidos era considerado parte da Atlântica, porque os Templos localizados na Costa Leste dos Estados Unidos, é considerado pelos Mestres como Templos da Atlântica.

A cultura Atlante atingiu seu ápice há 300.000 anos passados. O povo daquela época havia atingido grande iluminação, compreensão e unidade com a Presença Divina. Conheciam o poder da radiação e a importância da ação vibratória que percorre os corpos físicos dos indivíduos.

Naquela época, Long Island, uma ilha perto da cidade de New York, era considerada solo sagrado e estava inteiramente destinada ao clero. Ninguém, exceto os sacerdotes, podia ir á ilha. Através da pureza e atividade construtiva dos sacerdotes, Long Island se transformou em um centro altamente magnetizado de correntes espirituais. Não era aconselhável a ninguém ir até a ilha porque seria como pisar em um fio de alta tensão.

Após a submersão de Mu, seus sacerdotes reencarnaram logo após na Atlantida. Contemplados com o dom da consciência continua ( a memória das encarnações precedentes ), eles conduziam os fluxos de vida á sua volta, os quais tinham auxiliado durante as anteriores Idade de Ouro de Mu. Portanto, logo após a Era de Mu, a cultura Atlante floresceu.

Em vários aspectos, a tecnologia de diversas civilizações Atlantes era superior ás de hoje em dia. Energia ilimitada, necessária para iluminação, aquecimento, propulsão de navios, transportes, aeronaves, era tirada diretamente da atmosfera, e recebida e transmitida através de caixas de energia que mediam 60x60x80 cm.

Por intermédio de suas aeronaves, muito superiores ás atuais, a Atlantida estava em contato com todas as partes do mundo.

O acelerador atômico dos quatro corpos densos, um dispositivo que acionava a ação vibratória, acelerando-a, era usado como um agente curativo e purificador.

A tecnologia superior, unida á correta compreensão da Lei Cósmica, permitiu que a civilização atlante mantivesse uma posição de liderança que durou centenas de anos, até o momento da submersão de sua última remanescente, a Ilha de Poseidon. Durante seus áureos momentos, a Atlantida era considerada um império mundial.

Por volta de 28.000 anos atrás, algumas civilizações devem ter atingido altos pontos, porque os Mestres afirmaram que, nessa ocasião, existiam grupos de seres cujas radiação natural iluminava tudo onde quer que fossem. E essa realização é perfeitamente possível de ser conseguida hoje em dia.

Os Templos Atlantes eram um ponto focal de peregrinação para pessoas de todas as partes do mundo, incluindo as de continentes diferentes. A todos eram dadas belas acomodações.

Alguns sacerdotes haviam alcançado a habilidade de levitar. Assim, eles podiam comparecer ás convenções levadas a efeito nos principais Templos, deslocando-se por meio de levitação. 

Os principais Templos eram: 

1) Templo da Purificação pela Chama Violeta, perto de Cuba; ( não mais existente ) 

2) Templo da Fé e Proteção, em Filadélfia; ( ainda existente ) 

3) Templo do Poder e Proteção, na distancia meridional entre América e Europa; ( não mais existente ) 

4) Templo do Conforto do Espírito Santo, em Long Island; ( não mais existente ) 

5) Templo do Divino Amor, em Massachusets ( ainda existente ) 

6) Templo da Verdade Crística Cósmica, na Costa Oeste da Europa;( não mais existente ) 

7) Templo de Jade, abaixo de Cuba; ( não mais existente ) 

8) Templo do Sol, em New York; Templo da Chama da liberdade; ( não mais existente ) 

9) Templo dos Sete Elohins, em San Francisco; (mais tarde destruído por um sacerdote da magia negra ) 

10) Templo dos Anjos, em Los Angeles; ( ainda existente ) 

11) Templo do Sagrado Coração, na altura da América Central; ( não mais existente ) Mestra Nada, que se tornou Ascensionada há 2.700 anos passados, serviu no Templo do Divino Amor, perto de New Bedford, Massachusets. Nesse Templo era desenvolvido um trabalho de cura pela emissão de Raios de Luz. Durante os primórdios da Era Atlante, Seres Divinos, Arcanjos e Anjos conversavam com os homens e transitavam entre eles. Isso era viável devido á elevação espiritual do povo, tal como havia sido antes da “Queda do Homem”, e demonstra que uma fenda no véu é uma possibilidade sempre presente.

Entre o Clero da Ordem Branca ( a Grande Fraternidade ), estavam os sacerdotes e sacerdotisas da Ordem do Arcanjo Zadkiel. Eles serviam no Templo da Purificação pela Chama Violeta. O Templo tinha uma forma circular e á sua volta estavam localizados sete Templos menores. Estavam situados na adjacência de onde, hoje em dia, fica Cuba que, naquela época, era parte do continente atlante. Das cúpulas douradas de cada Templo, elevava-se uma viva e bem visível Chama Violeta que podia ser vista num raio de 50 km. Saint Germain, na época um espírito ainda não ascensionado, serviu como sacerdote no Templo Central.

A Ordem do Arcanjo Zadkiel era o núcleo da manutenção do Plano de Deus para a Terra. A atividade do sétimo Raio era desenvolvida naturalmente através de instruções e treinamentos dos fluxos de vida no poder da invocação ( afirmação ), e em manter a atenção em Deus, a Presença I AM universal. Através do poder dessa atenção sustentada, a Graça de Deus foi magnetizada até que se tornou uma enorme força do Bem. Ritmo de Invocação, constância de devoção e expansão da Chama Violeta através da meditação, contemplação, cânticos e revelações eram os ensinamentos fundamentais dos Templos do Arcanjo Zadkiel.

Durante a Era Atlante, as civilizações atingiram grandes alturas, mas existiram também muitos pontos baixos. Houve numerosas guerras em ambos os lados da América do Norte, especialmente entre Lemúria e Atlantida. Na Europa, que àquela época era parte da Atlantida, a humanidade estava determinada a destruir-se.

Por três vezes, um gás venenoso e altamente destruidor foi usado. Ele aniquilou a totalidade da população de cidades inteiras, deixando apenas os edifícios intactos. Os corpos físicos das pessoas foram destruídos em poucos minutos.

Descrições de guerras são maléficas porque avivam os registros etéricos concernentes àquele episódio e consequentemente não ajudam em nossa evolução, mas uma guerra em especial deve ser descrita para que se compreenda melhor como a magia negra pode entrar em confronto com a magia branca e como alguém, bem intencionado, pode ser levado a ajudar a magia negra.

Antes de comentar a batalha entre as Forças de Luz e das Trevas que se realizou na Atlantida, é desejável ocuparmo-nos com alguns conceitos básicos gerais da Lei Cósmica, quando aplicados ás forças das Trevas. As considerações que se seguem podem esclarecer.

Para compreendermos essas forças, comecemos por examinar um típico estudante na senda da Fraternidade Branca, denominado chela. Sob a ação da Lei, como era posta em prática antigamente e até 1930, o chela era admitido em um Retiro após ter alcançado um certo estado de purificação e iluminação. Lá era colocado sob a supervisão de um Mestre.

Com freqüência, especialmente no inicio, o chela era entregue á inspiração do seu próprio coração sobre a maneira de agir. Á medida que os meses e anos passavam, de vez em quando era lhe ensinado um aspecto da Lei. Era lhe exigido que passasse por muitos testes e muitas iniciações.

Frustrado pela severidade dos testes, pelo lento processo de receber instruções adicionais, tendo pouco contato com seu Mestre no inicio e desencorajado pelo austero meio ambiente, muitos chelas abandonavam o Retiro, alguns para nunca mais voltar. Alguns dos chelas desistentes nutriam sentimento de revolta, desencorajamento e ressentimento.

Alguns degradaram-se ao ponto de tornarem-se presas para os “magos negros”, também chamados “membros da Ordem Negra” ou “Filhos de Belial”. As Ordens Negras conquistavam a confiança de tais estudantes cuidadosa e habilmente duplicando a atividade da “Ordem Branca”, oferecendo-lhes menores dificuldades e progressos mais rápidos e apelando para seus egos com expedientes tais como oferecer-lhes um certificado de realização ou um diploma. Também apresentavam uma contraparte do “elixir da vida”. Um elixir é uma poção preparada por um Mestre para refrescar e rejuvenescer a mente e o corpo de um estudante. A Ordem Negra contrapôs a isso as bebidas alcoólicas.

Uma vez que se torna adepto, o estudante, através do medo, era mantido leal aos ensinamentos dos magos negros cujo intento era, e é, destruir a Luz onde quer que a encontrem. Esse tipo de conduta tem existido por 680.000 anos e em certas épocas existiram escolas regulares de magia negra.

O que se pode fazer o Mestre anterior do estudante? Muito pouco ou quase nada. Ele sabe que o livre arbítrio é um atributo concedido ao Homem por Deus; portanto, o Mestre não pode interferir. Para piorar ainda mais as coisas, o Mestre agora tem que transmutar uma parte do Karma da “queda” do estudante, isto é, o professor torna-se pessoalmente responsável pelas transgressões do estudante. Não é de se admirar que a instrução pessoal dada por um Mestre nunca é concedida facilmente. Tem que ser merecida pelo chela.

Que tipo de poder tem um mago negro sobre um estudante dos ensinamentos de um Mestre Ascensionado? Nenhum, desde que o estudante diariamente se proteja e mantenha sua harmonia. Assim, ele nada tem a temer. Saint Germain costuma dizer: “Você será protegido SE conservar sua harmonia!”.

Feita essa explanação, estamos agora prontos para prosseguir com o assunto.

O plano de batalha dos magos negros consistia em arregimentar indivíduos amedrontados, céticos, desapontados e rebeldes, e atacar o baluarte central da oposição, especificamente a “Ordem Branca”, localizada no Templo da Purificação pela Chama Violeta da Ordem do Arcanjo Zadkiel. Assim começou uma das maiores batalhas que a Terra jamais conheceu entre as Forças da Luz e as Forças das Trevas.

Com o tempo, o plano de batalha dos magos negros teve sucesso. Gradual e secretamente, a maioria dos sacerdotes da “Ordem Branca” passaram para as fileiras da Ordem Negra. Através do medo, os seguidores da Ordem Negra eram mantidos leais aos seus ensinamentos. Poucos sacerdotes permaneceram sinceramente afiliados á Ordem Branca e, por falta de ajuda de um numero suficiente de seguidores, o Arcanjo Zadkiel teve que suspender o contato externo que mantinha com os sacerdotes do Templo. Como conseqüência da insuficiente invocação do clero, a Chama Violeta tornou-se invisível.

A deslealdade do clero, juntamente com a má prática de alguns sacerdotes que se alinharam com as forças das Trevas, tornou possível a submersão de um continente. Ao ter sua ancoragem espiritual destruída, o Templo da Purificação pela Chama Violeta submergiu no Oceano Atlântico junto á maior parte do continente Atlante. Antes da submersão, o Templo foi transportado para o Plano Eterico. Continua ainda hoje pulsando no éter próximo á Ilha de Cuba.

A Ordem das Trevas não pôde, no entanto, apagar a memória da Misericórdia e Compaixão da Chama Violeta impressa na consciência etérica daqueles que serviram nos Templos. Um dos sacerdotes que manteve essa consciência foi o Mestre Ascensionado Saint Germain, atualmente o Chohan do Sétimo Raio. Ele, assim como outros, reteve na memória a glória do Templo do Arcanjo Zadkiel e o grande serviço que Ele havia prestado ao povo da Atlantida. A Lei da Vida não permite que nenhuma força do mal destrua a memória da gloria de uma Idade de Ouro anterior e nenhum serviço prestado á causa do Bem.

Quando as Forças das Trevas já haviam influenciado suficientemente as consciências de uma grande maioria do povo da Atlantida a desobedecer a Deus e a seguir o caminho rebelde e autodestrutivo do mau uso do livre arbítrio, e quando havia um uso insuficiente de energia construtiva pelo clero, a Lei Cósmica decretou que a Atlantida não tinha mais justificativa para existir.

O primeiro cataclismo durante o período que estamos examinando ocorreu há 200.000 anos passados. O segundo cataclismo desse período ocorreu há 80.000 anos passados. Deve ter sido uma catástrofe de âmbito mundial com impacto devastador, porque esse cataclismo mudou as cores da Terra e, pela primeira vez, as cores vermelho e preto se tornaram conhecidas pela humanidade. Essas cores tem a tendência de baixar as vibrações do indivíduo, pois apelam para seus sentidos inferiores.

Durante esse cataclismo, o Golden Gate e a baía de San Francisco começaram a existir. O Golden Gate é uma estreita passagem de água existente entre a península de San Francisco e o continente, ao norte. A ligação dessa passagem de água é feita, hoje em dia, através da Golden Gate Bridge. A cidade de San Francisco naquela época era conhecida como a cidade das Sete Colinas. A área atualmente conhecida como Texas emergiu durante esse cataclismo. Estava submersa anteriormente a esse acontecimento.

Durante vários cataclismos, o despedaçamento da superfície da Terra foi renovado, e pedaço por pedaço, várias partes do gigantesco continente da Atlantida submergiram no oceano. Esse processo foi acontecendo durante um período de centenas de anos. Finalmente, apenas a Ilha de Poseidon, um pequeno remanescente central do continente original, permaneceu.

Como resultado dessas ações, as terras a oeste e a leste de Poseidon submergiram no oceano. As terras emersas que restaram incluíam porções localizadas nas vizinhanças de Cuba.

Poseidon, quando ainda era integrante do continente maior, havia sido o coração do mundo civilizado da época. Os Mestres protegeram essa parte da Atlantida de maneira a manterem atividades importantes em Poseidon e a usa-la como foco central para completar alguns trabalhos inacabados.

Poseidon subsistiu muitos anos e finalmente sucumbiu no ultimo cataclismo ocorrido há 10.000 anos A.C..

A Era Lemuriana

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A ERA LEMURIANA 
( DE 4.500.000 A.C. Á 200.000 ANOS A.C. ) 

Como já foi dito antes, desde os primeiros momentos sempre existiram diversos continentes sobre a face da Terra. Portanto, quando se fala na “Era Lemuriana”, isso não significa que exista apenas o Continente da Lemúria ( ás vezes chamado de Mu ). O motivo pelo qual associamos uma Era particular á um específico continente, é que durante aquele período de tempo particular, habitantes desse continente eram líderes em termos de conhecimentos, aplicação da Lei Cósmica e realizações cientificas, daí os nomes “Era Lemuriana” e “Era Atlante”.

Terras pertencendo ao gigantesco continente da Lemúria incluíam terras atualmente emersas no Oceano Pacífico, assim como o Hawaí , as Ilhas de Páscoa, as Ilhas Fidji, Austrália e Nova Zelândia. Incluía também terras no Oceano Indico e a Ilha de Madagascar. A Costa Leste de Mu estendia-se até a área de San Diego, na Califórnia.

A informação transmitida pelos Mestres sobre esse assunto consiste, na maioria, de detalhes sobre o tamanho, localização e submersão da Lemúria. Bem pouco se sabe sobre os pontos altos da civilização e vida na Lemúria.

Pela pouca informação que existe disponível, parece que, após a “Queda do Homem”, a civilização Lemuriana foi caracterizada pelos mesmos ciclos de altos e baixos que tem sido típicos nas raças mais recentes.

Alguns pontos altos dessa civilização ocorreram há 800.000 anos atrás. Quando falamos sobre os pontos altos da civilização, referimo-nos ao período de tempo em que o povo estava propenso a escutar a serena e pequena voz interior e possuía um conhecimento prático da Lei Cósmica. A civilização Lemuriana, assim como a Atlante e a do Rio Amazonas, tinham conhecimento e uso do Fogo Sagrado ao ponto da Chama ser visível.

Pergunta-se como pode ser que a civilização de Mu tenha atingido um alto nível cultural e religioso e então, pouco tempo depois, a maioria do continente submergiu. A Lei Cósmica exige que as individualidades dêem, o tempo todo, uma resposta construtiva, um equilíbrio pela vida e energias recebidas. Quando uma civilização é suficientemente afortunada para alcançar um alto nível de realização, ela recebe, em troca, uma maior assistência dos níveis elevados, mas essa maior assistência precisa ser continuamente equilibrada com um espaço construtivo ainda maior. Se essa resposta não é dada, a assistência vinda dos níveis mais elevados deve diminuir. Portanto, quanto mais elevado o estágio que a civilização de um povo atinge, maior é o potencial para uma rápida queda.

O exemplo da submersão de Poseidon, um remanescente da Atlântica, pode ser útil para a resposta dessa questão. Os Mestres afirmam que foi principalmente durante os últimos 500 anos antes da catástrofe que a humanidade degradou-se a um nível muito baixo. Isso motivou o caos resultante. Até esse ponto, Poseidon tinha atingido e mantido um nível de liderança em muitas áreas. Portanto, é bem possível que uma situação similar tenha existido em Mu.

Cem anos antes da submersão do continente, os sacerdotes e os habitantes de Mu foram advertidos do cataclismo potencial. As massas foram aconselhadas a mudar suas condutas de vida.

Inicialmente, ficaram grandemente alarmados mas, como nada aconteceu de imediato, o povo e alguns sacerdotes não se preocuparam com o aviso. Praticamente todos se resvalaram para a letargia. Os sacerdotes que permaneceram devotos fizeram solicitações espirituais através de invocações durante 100 anos para tentar evitar a profetizada submersão de Mu. Depois resignaram-se com o acontecimento por vir. Os Mestres salientaram que um clero unido poderia ter evitado a submersão do continente.

Pouco antes do cataclismo, alguns Guardiães dos Templos transferiram documentos, as várias Chamas do Templo e outros tesouros para alguns lugares que poderiam resistir ás forças da obscuridade. Esses lugares eram a Índia, China, Tibet, as Montanhas Rochosas e Atlântida. Djwall Kull, que mais tarde foi um dos três Reis Magos da época bíblica, participou desse esforço de salvamento transportando certos itens para a Ásia Central. O Lorde Lanto, que era o chefe dos sacerdotes de um dos Templos da Lemúria, onde a precipitação era praticada com sucesso, transportou a Chama do Templo para o Retiro do Real Teton, nas Montanhas Rochosas, onde ainda hoje permanece.

Dessa maneira, as memórias e a Herança da Lemúria foram mantidas vivas pela fé de poucos.

Templos, cidades e civilizações inteiras caíram em decadência e continentes submergiram, tudo isso porque a paz e a harmonia não foram sustentadas. A arrogância espiritual destruiu tudo. Cataclismos acontecem apenas por causa da influencia destrutiva do ser humano, e quando essa causa é removida, substituindo a arrogância pelo estado de humildade, não há mais motivo para a existência de catástrofes.

As energias desqualificadas do homem, como já foi dito antes, produzem cinturões lineares de gás, que são câmaras de pressão localizadas abaixo da superfície da terra. São eles as causas das erupções vulcânicas e dos terremotos. Antes da submersão de Mu, existia uma longa cadeia de montanhas atravessando a maior parte do continente numa direção quase reta no sentido leste-oeste. O limite oeste da cadeia estava localizada um pouco mais ao norte do que a extremidade leste. Havia outra cadeia na direção norte-sul. Essas duas cadeias eram as mais altas de todo o continente.

Há 200.000 anos passados, ao tempo dos cataclismos, essas cadeias de montanhas foram elevadas á sua altura máxima, isto é, de 18.000 para 20.000 metros acima do nível do mar. A cadeia que corria quase na direção leste-oeste situava-se sobre um duplo cinturão de gás. Esse fato foi grandemente responsável pela submersão da Lemúria. Após a submersão, as montanhas ficaram cerca de 10.000 a 15.000 metros abaixo do nível do mar.

Uma câmara de pressão atingindo uma montanha faz com que a pressão interna do bolsão subterrâneo force o topo da montanha cada vez mais para cima, até um ponto em que as paredes da montanha ficam finas demais para resistir á expansão da pressão, e toda a montanha explode. O que resta então, entra em colapso dentro dela mesma.

Os geiseres e as fontes quentes do famoso Parque Yellowstone estão situadas sobre um cinturão de gás. Se não fosse pela atividade do geiser, a superfície da terra seria rachada pela pressão subterrânea. Dessa maneira, os geiseres e fontes agem como válvulas de segurança.

O que se sabe é que Mu submergiu durante uma noite, ou seja, um período de aproximadamente 10 horas, com uma população de 60 milhões de habitantes. Foi uma submersão silenciosa e quase ninguém percebeu o que estava acontecendo. Estavam praticamente todos dormindo durante o episódio. Não houve nenhuma mudança climática fora do comum; o céu estava azul. Os sacerdotes se mantiveram em seus postos, sem medo e de mãos dadas, entoaram cânticos enquanto lentamente afundavam. A intenção por trás dessa ação era que toda experiência terrificante deixa uma profunda cicatriz no corpo etérico, a qual, algumas vezes, levam várias vidas para ser curada. Através da ação dos sacerdotes que permaneceram juntos e cantando, grande parte do medo foi mitigado e uma certa quantia de harmonia foi mantida. Dessa maneira, o dano nos corpos etéricos foi mantido no nível mínimo.

A Europa submergiu com Mu, com exceção do topo dos Alpes, que permaneceram acima das águas. A catástrofe de Mu foi acompanhada por um deslocamento dos pólos. Tal deslocamento sempre acontece a cada cataclismo.

Os Mestres garantem que Mu emergirá novamente quando for chegada a hora, assim como lentamente, a Europa emergiu depois do ocorrido.